Férias: Tecnologia é um aliado no planejamento da viagem

uid_@spmar

22/07/2022

Possibilidade de ver condições da estrada, disponível nos sites de muitas concessionárias, auxilia nesse período de aumento de incidência de neblinas e queimadas

Período das férias escolares, o mês de julho marca também o momento em que muitas famílias pegam a estrada em busca de descanso e diversão. E para que todos os planos saíam conforme as expectativas não basta caprichar só na hora de arrumar as malas, é preciso ficar atento às condições de segurança do carro e estudar bem o roteiro de viagem.

 “A imensa maioria dos acidentes está relacionada à falha humana, como falta de atenção, excesso de velocidade, uso de celular no volante e o desrespeito às leis de trânsito. Respeitar seus limites e o da estrada são itens básicos para uma direção segura”, afirma o gerente de operações da Concessionária SPMAR, Fausto Cabral.

Responsável pelos trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas, a SPMAR viu no mês de julho um incremento médio de 17% no fluxo de veículos de passeio. Com uma das mais baixas médias de acidentes do estado, a concessionária investe na comunicação preventiva com o motorista por meio de boletins institucionais e painéis informativos dispostos ao longo da via, onde é possível acompanhar as condições de tráfego e visibilidade.

E justamente a possibilidade de entender as condições da estrada antes de iniciar o passeio, é cada vez mais um aliado importante do motorista, tão quanto a revisão preventiva com o veículo. O período de julho, por exemplo, caracterizado pela baixa incidência de chuvas, é um recordista em casos de queimadas e neblinas, o que prejudica muito a visibilidade e exige cuidados ao trafegar que um motorista bem informado poderá adquirir antes de pegar a estrada.

Direção segura – Manter a segurança nessas condições adversas de visibilidade passa por um fator primordial, o controle com a velocidade, como alertou o coronel Pedro Luís de Souza Lopes, comandante do 6º batalhão de Policia Militar Rodoviária, em depoimento ao podcast “De Olho na Estrada” :

“É importante que o motorista reduza a velocidade até um ponto que já seja possível identificar placa de sinalização e faixas da rodovia. O condutor tem de prestar atenção na sinalização do chão, para ele manter o deslocamento na direção correta. Pode acontecer a derivação e, dependendo da espessura da neblina ou da fumaça, vai haver dificuldade inclusive para identificar a sinalização do chão da rodovia.

Além da condução em baixa velocidade, uma dica importante é usar farol baixo e jamais parar no acostamento ou ligar o pisca alerta, o que deve ser feito apenas em situações de emergência.

Independente da experiência do motorista, dedicar alguns minutos ao planejamento, ver a rota, os pontos de apoio na estrada, as condições meteorológicas no dia da viagem, é um investimento de tempo que acrescenta muito no quesito de segurança da viagem, como destaca o coronel Souza Lopes:

“As informações que eu tenho disponível, em relação ao ambiente da rodovia, permitem um planejamento de viagem quase igual um plano de voo. É possível avaliar as condições da rodovia com antecedência. Para ver se naquele momento que se planeja viajar é a oportunidades ou a alternativa mais segura”.

Não basta cuidar das condições do veiculo e planejar o roteiro, o motorista precisa se preservar na véspera da partida : “É importante que o condutor descanse no dia que antecede a viagem, dormindo bem e evitando o uso de bebidas alcoólicas. O sono é um fator que prejudica muito a condução segura”, reforça Cabral. Quem quiser conferir as condições das rodovias, a dica é consultar o site da Policia Militar Rodoviária (PMRv), do Departamento de Estrada e Rodagem (DER) e das próprias concessionárias de rodovias, como a SPMAR. Isso permitirá saber se existem adversidades ou mesmo obras na estrada e, dessa forma, se preparar melhor para qualquer situação adversa. 

Confira também

SPMar realizará obra na alça do rodoanel de acesso à Dutra no fim de semana

Obras do Complexo Viário do Alto Tietê atingem 60% da produção de vigas